sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Que plantas exigem sol direto


Na hora de planejar o seu jardim é importante escolher as plantas de acordo com a quantidade e a intensidade de tempo de exposição ao sol.
O Bem Verde oferece uma lista das plantas recomendadas para cultivar em lugares que recebem a luz do sol diretamente.

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Cubra com grama a superfície do jardim que estiver direta e integralmente sob o sol. Escolha uma de grama que cresça nestas condições para que a cor verde perdure, como é o caso dos tipos bermuda ou grama seda (Cynodon dactylon) ou quicuio (Pennisetum clandestinum).

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Entre os gramados ornamentais você pode optar por algumas gramíneas de médio ou grande porte. Elas podem dar um toque original ao seu jardim e quebrar a monotonia das plantas de pequeno porte. Entre os tipos adequados estão as acalyphas e euphorbias, como a Acalifa-macarrão, também conhecida como rabo-de-gato. Você pode acrescentar espécies com tom prateado com uma dicondra, que mantêm essa cor durante o ano todo. Seguindo com uma estética agreste você pode plantar algum capim-dos-pampas. Coloque-as em um lugar separado para que a sua formação em penachos ganhe mais destaque.

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Entre as de médio porte resistentes à exposição permanente ao sol encontramos uma grande variedade de arbustos. Combine-os com plantas com flores e odoríferas, como gerânios, roseiras, jasmins.

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Complete a paisagem com plantas de porte baixo. Harmonize os canteiros com espécies cujas flores sejam de cores variadas. Intercale gerânios, petúnias, calêndulas, vedélia (mal-me-quer), álisso, ciclame, calceolária (tamanquinho) e prímulas.

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Se você desejar marcar o contorno de um canteiro ou de um caminho, opte pelas gazânias. Trata-se de uma espécie perene de alta floração.

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Para cobrir superfícies verticais como paredes ou colunas, as trepadeiras ideais são a glicínia, a madressilva ou alguns tipos de roseira.


Importante

  • Leve em consideração o crescimento a médio prazo das plantas que quiser utilizar. Encontre um equilíbrio entre um espaço mais aberto e outro mais carregado, porque em pouco tempo as plantas crescerão e ocuparão mais espaço. 
Créditos: Comunidade bem simples

Oquídeas



Orquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida, predominando nas áreas tropicais. Majoritariamente epífitas, as orquídeas crescem sobre as árvores, usando-as somente como apoio para buscar luz; não são plantas parasitas, nutrindo-se apenas de material em decomposição que cai das árvores e acumula-se ao emaranhar-se em suas raízes. Elas encontram muitas formas de reprodução: na natureza, principalmente pela dispersão das sementes mas em cultivo pela divisão de touceiras, semeadura in-vitro ou meristemagem.

A respeito da enorme variedade de espécies, pouquíssimos são os casos em que se encontrou utilidade comercial para as orquídeas além do uso ornamental. Entre seus poucos usos, o único amplamente difundido é a produção de baunilha a partir dos frutos de algumas espécies do gênero Vanilla, mas mesmo este limitado pela produção de um composto artificial similar de custo muito inferior. Mesmo para ornamentação, apenas uma pequena parcela das espécies é utilizada, pois a grande maioria apresenta flores pequenas e folhagens pouco atrativas. Por outro lado, das espécies vistosas, os orquidicultores vêm obtendo milhares de diferentes híbridos de grande efeito e apelo comercial.
Apesar da grande maioria das espécies não serem vistosas, o formato intrigante de suas flores é muito atrativo aos aficcionados que prestam atenção às espécies pequenas. Como nenhuma outra família de plantas, as orquídeas despertam interesse em colecionadores que ajuntam-se em associações orquidófilas, presentes em grande parte das cidades por todo o mundo. Estas sociedades geralmente apresentam palestras frequentes e exposições de orquídeas periódicas, contribuindo muito para a difusão do interesse por estas plantas e induzindo os cultivadores profissionais a reproduzir artificialmente até espécies que poucos julgariam ter algum valor ornamental, contribuindo para diminuir a pressão sobre a coleta das plantas ainda presentes na natureza.

 Créditos: Wikipédia



O lírio é o nome vulgar dado às flores do gênero Lilium L. da família Liliaceae, originárias do hemisfério norte com ocorrências na Europa,Ásia e América do Norte. As plantas atingem, normalmente, de 1,20 a 2 m de altura.


Lírio é também a denominação genérica de várias plantas da família das Liliáceas e Amarilidáceas. Exemplos:
  • Lírio-do-amazonas - Eucharis x grandiflora, Eucharis amazonica. Também conhecido como Estrela Dalva, Estrela de Belém ou Estrela da Anunciação, espécie largamente cultivada no mundo inteiro;
  • Lírio-da-chuva - Zephyranthes rosea, Zephyranthes candida, Zephyranthes grandiflora..., todas largamente cultivadas no mundo inteiro;
  • Lírio-tigrado - Que é um lírio híbrido e várias outras espécies de lírios.


A Begonha


Uma flor muito boa para ser colocada em vasos num terraço ou no jardim, mas necessitando de troca anual é a Begônia. Para vasos usa-se a Begônia sarmentosa, Begônia de folha e Begônia olmo ou prateada. Para canteiros anuais usa-se a Begônia semperflorens plantadas em canteiros, com época ideal para plantio no mês de abril.

As Begônias para vasos são muito delicadas, plantas tropicais, preferem clima quente (entre 20º e 28º) e não gostam de ventos. As Begônias semperflorens de canteiros preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas de verão, pois “melam”.

Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado. Prepare uma mistura de 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus e pode-se acrescentar também um pouco de esterco de curral.

Se estiver plantada em vaso, atente para transferir para um vaso maior sempre que a planta crescer muito ou dividi-la em vários vasos (nos pequenos suas raízes vão se entrelaçando umas nas outras bloqueando a passagem de água e nutrientes). Uma hora antes de transplantar regue o vaso para compactar a terra e não prejudicar o torrão.

Semanalmente retire folhas e galhos secos e uma vez por ano, na primavera faça uma poda drástica para incentivar a brotação de novos ramos. Corte sempre acima de uma folha e na diagonal.

Com estes cuidados, você terá Begônias lindas enfeitando seu terraço ou seu jardim!!!!!!





Créditos: Yahoo Respostas

Gardênia



gardénia (Gardenia jasminoides) é uma planta ornamental da família das rubiáceas, também chamada de jasmim-do-cabo. De origem chinesa, é um arbusto que pode atingir até 2 metros de altura.
No início da primavera, a gardénia começa a cobrir-se de belas e perfumadas flores brancas. O seu perfume doce e intenso já inspirou até boleros e rendeu-lhe o nome popular de jasmim-do-cabo, mesmo não sendo uma espécie da família dos jasmins.

O responsável pelo nome “gardénia” foi o botânico americano Alexander Garden. Existem cerca de 250 espécies conhecidas como gardénia, porém a mais cultivada e famosa é a Gardenia jasminoides que, recentemente, parece ter sido reclassificada como Gardenia augusta.


Além das flores que, sem dúvida, são o verdadeiro espectáculo da planta, a gardénia produz uma folhagem verde escuro muito bela e brilhante, com o detalhe de que as folhas não caem durante o inverno.
Créditos: Wikipédia

Copo de Leite






  • Nome Científico: Zantedeschia aethiopica
  • Sinonímia: Calla aethiopica
  • Nome Popular: Copo-de-leite, lírio-do-nilo, cala-branca, jarra, jarro
  • Família: Araceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: África
  • Ciclo de Vida: Perene

Conhecido de todos, o copo-de-leite é excelente  como flor-corte. Sua folhagem é verde brilhante e muito ornamental. As flores são firmes e duráveis, grandes e de coloração branca. A seleção e o cruzamento com outras espécies de Zantedeschia, têm obtido copos-de-leite de outras cores além da branca, como o amarelo, o vermelho, o rosa, o laranja e o roxo.

Deve ser cultivado em grupos para melhor valorização de seu efeito paisagístico, principalmente em locais úmidos, como margens de lagos e espelhos d'água. O plantio em vasos também é bastante adequado.

Esta planta aprecia solos ricos em matéria orgânica e brejosos, isto é, permanentemente úmidos, sem no entando ficar abaixo da água. Seu porte varia entre 0,6-1,0 metros de altura. Deve se cultivada a pleno sol ou meia-sombra. Multiplica-se por divisão das touceiras após a floração.

Cultivo do: Anthurium andreanum


Nome botanico:Anthurium andreanum Linden
Nomes Populares :Anturio
Família :Família Araceae
Origem: Originária da América do Sul

Descrição:

Planta herbácea de altura em torno de 1,0 m, não ramificada, com caule tortuoso e curto de onde partem raízes fortes e carnosas mesmo fora do solo.
As folhas são grandes, cerca de 0,40 m, em forma de coração, cor verde-clara, brilhantes, inseridas no caule em espiral com longo pecíolo. 
As flores são em forma de espádice, isto é, com uma coluna carnosa ereta ou retorcida de flores masculinas e femininas separadas por uma faixa de flores estéreis, que é protegida por uma bráctea aberta colorida.
As cores são branca, rosa claro, rosa escuro, laranja e vermelha. 
Floresce durante o ano todo, principalmente no verão. 
Pode ser cultivada no país todo.

Modo de Cultivo :

É uma planta de regiões tropicais a subtropicais, pois não tolera geadas.
Seu cultivo deve ser feito à meia sombra, pois o sol causa queimadura nas folhas.
O solo deve ser rico em matéria orgânica, com textura grosseira e bem drenado. 
Pode ser plantado em canteiros ou em recipientes como vasos e jardineiras.

Plantio em canteiros:

Para canteiros, abrir um buraco maior que o torrão da planta. 
Colocar areia no fundo. Misturar num balde esterco de curral bem curtido, areia e composto orgânico, na proporção de 1:1: 3. 
Acrescentar adubo granulado do tipo NPK formulação 10-10-10, cerca de 100 gramas. 
Colocar no fundo do buraco, colocar o torrão e preencher os vãos com a mistura. Regar bem.

Plantio em vasos ou jardineiras:

Para vasos ou jardineiras, proteger o interior do recipiente com um impermeabilizador asfáltico e deixar secar alguns dias para evaporação do material. 
Proteger o fundo do recipiente com brita, geomanta ou cascalho fino, para garantir a drenagem das regas. 
Colocar areia de construção sobre a proteção e parte da mistura descrita acima. 
Acondicionar o torrão com a planta e preencher o restante com a mistura. 
Regar e deixar em cultivo protegido e longe do sol.

Propagação do antúrio:

Para fazer a propagação desta planta cortar um pedaço do caule, onde haja raízes e plantar. 
A separação de touceiras também é outro modo de obter mudas, pois inúmeros filhotes nascem junto à matriz.
As sementes também podem ser outro método viável de reprodução desta planta, podendo conseguir assim combinações de cores diferentes dos espádices devido à polinização cruzada.

Manutenção:

Esta planta é uma excelente opção para jardins onde não haja muito sol, propiciando as cores alegre de suas inflorescências. 
É simples de cuidar, bastando colocar duas vezes por ano, na primavera e no outono 1 colher de sopa de adubo granulado do tipo NPK de formulação 4-14-8 dissolvido em 1 litro de água. 
Um dia antes regar bem a terra do recipiente ou ao redor do canteiro. 
Colocar a água com o adubo ao redor da muda sem atingir o caule da planta. 
O bulbo de umidade ao redor das raízes formado no dia anterior levará os nutrientes mais facilmente para as plantas.

Paisagismo:

Em paisagismo o antúrio-de-flor poderá ser usado em jardineiras na entrada de condomínios ou empresas, sem custos de manutenção, desde que as condições de luminosidade estejam adequadas.
Pode ser plantado em grandes vasos, com espádices de mesma cor, para formar uma grande touceira.
Quando no jardim há maciços de árvores e arbustos já de alguma altura, embaixo deles dificilmente poderemos cultivar plantas exigentes em luminosidade. 
Nestes casos, o antúrio fará a ornamentação, com a cor das flores e a forma diferente de suas folhas largas e em forma de coração
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Créditos: Faz Facil